É padrão das aplicações em Flex, ao fazer download da aplicação e iniciar os componentes aparecer uma barra escrito “Initializing”. É possível alterar esse texto, assim como criar uma outra barra de inicialização. Essa barra de inicialização é chamada de preloader e é uma propriedade da tag Application. Aliás, é até mesmo possível desabilitar esse preloader, com a propriedade usePreloader:
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- Por Fabio Terracini em 20/February/2006
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Hoje em dia, documentar o código faz parte de nossas vidas. Quando somos clientes a exigimos, quando somos fornecedores temos que entregá-la, pois é parte integrante do projeto. E mesmo que ninguém nos exigisse, sabemos que é extremamente importante documentar nosso código.
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- Por Rafael Martinelli em 19/February/2006
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O Cairngorm é saudado como o principal “Framework” para as RIAs feitas em Flex. Mas todo “Framework” tem seu lado bom e ruim. O lado bom é a produtividade e a flexibilidade; o lado ruim é a dependência e má utilização de alguns Patterns. O presente texto pretende mostrar como o Model Locator (um dos Patterns do Cairngorm) pode levar a um projeto que viola dois princípios chave da Orientação a Objetos: Encapsulamento e Divisão de Responsabilidade. A sua tarefa é desenvolver um Shopping Virtual em Flex. O usuário poderá adicionar produtos em sua Wish List. Então, você cria uma variável “wishItens” no Model Locator e mais três métodos para controlar os itens da sua lista.
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- Por Beck Novaes em 18/February/2006
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Jakob Nielsen tem algumas boas dicas de quando e onde utilizar animações. Creio ser um bom complemento para o excelente texto do Fabio Terracini.
- Por Beck Novaes em 18/February/2006
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VO é um Pattern para transferência de dados. A utilização desse Pattern no Flex acessando a camada de negócio (Java, no caso desse exemplo) através do protocolo AMF (Remoting) é muito simples e prática. Um objeto VO pode possuir vários tipos de objetos encapsulados. Ao trafegar os dados, apenas o objeto VO é enviado e recebido como parâmetro, facilitando assim a manutenção, organização e entendimento do código, uma vez que o Java já faz a serialização do VO enviado pelo Flex. Imagine a necessidade de enviar mais de 20 dados de um novo funcionário, através de um formulário de cadastro. Como seriam passados esses parâmetros sem a utilização de VO? E se futuramente tivesse que adicionar ou remover alguns dados? Agora será apresentado um exemplo prático: Tanto no backend (Java) quanto no frontend (Flex) é criado uma classe VO. As duas classes possuem as mesmas propriedades. No VO do Flex é feito um registro da classe Java.
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- Por Rubens Albuquerque em 16/February/2006
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Um grande mito é supor que as animações e efeitos são puramente para um look and feel agradável. Frases como “coloque uns efeitos aí que vai ficar bacana!” são comuns, e sem demagogia, usuários realmente se encantam com um bom visual e animações, mas é possível oferecer mais do que isso com as mesmas animações, sabendo utilizá-las.
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- Por Fabio Terracini em 15/February/2006
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Como todos sabem, o Eclipse é a ferramenta mais popular para desenvolvimento Java e o Flex 2 Bulider será um PlugIn do Eclipse. Mas enquanto ele não vem (e por algum tempo), temos que continuar nossos projetos em Flex 1.5 e nada melhor do que ter apenas uma IDE para desenvolvermos tanto o Back-end (Java ou ColdFusion) quanto o Front-end. O grande objetivo era procurar uma IDE mais robusta que o Builder 1.5, e como já utilizávamos o Eclipse para desenvolvimento Java, seria a solução ideal. Leia o artigo completo »
- Por Rafael Martinelli em 13/February/2006
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