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Arquivos para July, 2007

Flash Player Garbage Collector

Categorias relacionadas: Flash Platform, Flash Player, Flex, Otimização

O aumento de memória é algo que pode ocorrer em aplicações Flex/Flash devido ao desconhecimento de como funciona o Garbage Collector do Flash Player.

Estava estudando uma pouco mais a fundo este assunto e encontrei algumas referências importantes:

http://www.adobe.com/devnet/flashplayer/articles/garbage_collection.html#
http://www.adobe.com/devnet/flash/articles/ria_dev_guidelines_03.html

e/ou:

http://www.gskinner.com/blog/archives/2006/06/as3_resource_ma.html
http://www.gskinner.com/blog/archives/2006/07/as3_resource_ma_1.html
http://www.gskinner.com/blog/archives/2006/08/as3_resource_ma_2.html

http://www.gskinner.com/blog/archives/2006/06/understanding_t.html
http://www.gskinner.com/blog/archives/2006/07/as3_weakly_refe.html

Post com apresentação da Adobe muito interessante sobre como funciona o GC:

http://blogs.adobe.com/aharui/2007/03/garbage_collection_and_memory.html

Agora se você não tem paciência para ver tantos links, pelo menos veja esta apresentação. Na minha opinião é a melhor:

http://gskinner.com/talks/resource-management/

Outra boa dica com relação a memória é sempre implementar os HotFix disponibilizados pela Adobe. Eles tem a preocupação de sempre estarem corrigindo problemas de memória, como no último:

http://kb.adobe.com/selfservice/viewContent.do?externalId=kb402000

Coloquei toda esta pesquisa aqui porque acho de extrema importância que todos os desenvolvedores Flex se preocupem com a alocação de memória no cliente. Podemos ver que temos que implementar algumas coisas para tirar o melhor proveito do GC, mas o importante é saber como ele funciona.

Espero que realmente a comunidade possa ler e implementar as recomendações dos links citados, pois quem trabalha desenvolvendo para o Flash Player já deve ter ouvido aquelas velhas frases: “Flash é pesado!!! Flash é lento!!!”. Sabemos que não é bem assim.

Por Rafael Martinelli em 16/July/2007
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Design de Interface é algo para se discutir?

Tenho notado que as discussões comunidade Flex de Língua Portuguesa são quase 100% voltadas para os aspectos internos (código fonte). Partindo do princípio que RIA tem muito a ver com Design de Interface eu pergunto: por que este assunto é tão pouco abordado pela comunidade?

Na época do Client Server o Designer nem fazia parte do time de criação de aplicativos. Graças à Web o Designer conquistou seu merecido espaço - embora ainda seja o alvo preferido das piadinhas dos desenvolvedores (os reis da cocada preta). Porém, a meu ver, existe muito Designer Gráfico (mais preocupado como Look and Feel do que com a funcionalidade) e Arquiteto de Informação (cuja própria descrição dá uma idéia do seu trabalho). Vejo muito pouco as pessoas falarem de Design de Interfaces e Design de Interação, essenciais para o sucesso de uma RIA. Por que será? Design de Interface é algo para se discutir? Se sim, por que isto não é discutido?

Por Beck Novaes em 10/July/2007
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Por que popular apenas o necessário?

Categorias relacionadas: Hibernate, Java

Meu primeiro post neste blog gerou algumas duvidas que rendem ate hoje alguns emails sobre o porque de se popular apenas o necessário.

A maioria dos projetos onde utilizamos Hibernate, a camada de front end e de back end são Java.

Em um simples cenário onde temos uma combo a qual precisamos apenas do Id e do Nome de uma determinada classe que em seu total dispõem de muitos atributos, fazemos a pesquisa normalmente com o Hibernate que popula todos seus atributos mandamos pra camada de front end ( JSP por exemplo ) que esta preparada para utilizar apenas o Id e o Nome da class transformando apenas as informações necessários para a tela do usuário em um HTML, dispensando os dados que não serão utilizando. Tudo isso no lado do Servidor. A consulta por 2 ou 30 campos em sua maioria não faz “tanta” diferença para o banco e a transformação em dados desnecessário em HTML quando front end e back end estão no mesmo servidor ( não sendo aplicações realmente distribuídas ) também não faz “tanta” diferença.

Porem quando utilizamos flex no front end estamos trafegando uma imensidão ( exagerei? ) de dados desnecessariamente, forçando a maquina do usuário a tratar todos esses dados que em sua maioria não serão utilizados. Algumas vezes a coisa pode se tornar ainda pior quando precisamos guardar essas instâncias no model, ficando com uma serie de dados desnecessário no cliente.

Por Daniel Passos em 6/July/2007
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Segundo Censo Nacional de ColdFusion

Categorias relacionadas: ColdFusion, Notícias

O CFUGBR convida todos para participarem do 2º mapeamento da realidade da comunidade CF brasileira! Para participar é simples. São 24 questões objetivas que não tomam nem cinco minutos para serem respondidas. O resultado deste censo será público, permitindo planejar o crescimento da tecnologia bem como o nosso crescimento profissional. Lembrando que nenhum dado pessoal será coletado, somente o e-mail será cadastrado e o CFUGBR se compromete em não divulgar nem comercializá-lo.

Participe do censo e ajude a fortalecer a comunidade ColdFusion!

O CFUGBR está de parabéns pela iniciativa e também pela continuidade dos trabalhos!

Por Fabio Terracini em 2/July/2007
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Evitando queries desnecessárias

Categorias relacionadas: Flex, Flex Data Services, Otimização

O DataServices, por padrão, atualiza os dados de todos os clientes conectados a qualquer mudança feita nos objetos por ele gerenciados. Isto acaba gerando “queries” desnecessárias em alguns casos. Este post apresenta uma técnica que permite evitar este problema ao controlar a execução do método “fill()”.

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Por Henrique Marino em 2/July/2007
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Novas tecnologias Microsoft: Do ceticismo à curiosidade

Categorias relacionadas: RIA

Há aproximadamente cinco anos uma centena de estudantes estava presente em um evento que, pelo menos para mim, seria inesquecível. O palestrante começou se desculpando pela ausência do então Country Manager da Macromedia, Eduardo Sambugaro, mas completou dizendo que ele participaria a distância. Logo estávamos vendo e ouvindo o Eduardo através de uma aplicação de vídeo-conferência criada numa ferramenta, até então de animação, chamada Macromedia Flash. O show estava só começando.

O Eduardo dizia, através daquela vídeo-conferência, que naquele dia nós conheceríamos uma tecnologia inovadora. Pouco depois de percebermos que ele andava enquanto falava nos surpreendemos ao vê-lo entrar na sala segurando uma webcam. Sim, o Eduardo só estava fingindo que não estava presente e o que ele fez em seguida foi mostrar como construir tal aplicação de vídeo-conferência em cinco minutos usando o Flash. Os “estudantes” aplaudiram entusiasticamente.

Algum tempo depois a Macromedia cunhava o termo Rich Internet Applicatiom (RIA) e anos mais tarde, provavelmente motivado pelo fascínio pelas RIAs, eu estava trabalhando na Macromedia. Agora, falando do presente, eis que nos últimos dias eu participo de um evento da Microsoft sobre suas tecnologias inovadoras para a Web.

O Fabio Terracini já se encarregou de publicar excelentes informações sobre o evento. Por isto, eu pretendo adotar uma abordagem diferente. Uma abordagem onde tento expressar mais o que eu senti e menos o que eu vi. Uma volta ao passado, mas com um pé no futuro.

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Por Beck Novaes em 2/July/2007
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IPhone em Adobe AIR

Categorias relacionadas: AIR, Apollo

A febre IPhone começou muito antes da última sexta-feira quando o mesmo foi lançado. Olhando em alguns blogs, achei muito interessante o que Joe Johnston fez (http://merhl.com/?p=29).

Apesar de não conseguir simular as infinitas funcionalidades que contém o IPhone, é interessante ver a fidelidade que Joe Johnston conseguiu recriando o IPhone em AIR. Vale a pena instalar!!!

Para aqueles que já estavam rodando o AIR desde a primeira versão (meu caso), devem instalar a última versão disponível em http://labs.adobe.com/downloads/air.html.

Por Rafael Martinelli em 2/July/2007
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