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Arquivos da categoria "Flex Data Services"

Evitando queries desnecessárias

Categorias relacionadas: Flex, Flex Data Services, Otimização

O DataServices, por padrão, atualiza os dados de todos os clientes conectados a qualquer mudança feita nos objetos por ele gerenciados. Isto acaba gerando “queries” desnecessárias em alguns casos. Este post apresenta uma técnica que permite evitar este problema ao controlar a execução do método “fill()”.

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Por Henrique Marino em 2/July/2007
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Invocando métodos remotos dinamicamente utilizando RemoteObject

Categorias relacionadas: ActionScript, Flex, Flex Data Services

Muitos sabem como invocar um método utilizando RemoteObject, tanto no mxml quanto em uma classe ActionScript, mas com fazer se o nome do método é resolvido dinamicamente como, por exemplo, chamar um método que o nome seja o valor do texto de um TextInput?
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Por Henrique Marino em 1/June/2007
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Usando o Data Management do FDS através de um sevlet

Categorias relacionadas: Flash Lite, Flex Data Services, Java, RIA

Estamos fazendo alguns protótipos para celular usando o Flash Lite (em breve em Demos) e um dos requisitos desses protótipos seria atualizar uma interface Flex em tempo real. Já havíamos usado a funcionalidade do Data Management em alguns projetos, mas em todos eles o próprio Flex foi o gerador e o consumor das informações, ou seja, o update, delete e insert dos Assembler partiam de uma interface Flex para o servidor e automaticamente o FDS diparava os selects (fills) para os clientes conectados a um determinado destination. Neste caso, os exemplos da Adobe funcionam normalmente e podemos nos basear na documentação para fazer as aplicações. Mas e se eu quisesse usar o Data Management e tivesse um .jsp ou um servlet processando minhas requisições?
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Por Rafael Martinelli em 16/May/2007
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“RemoteObject” no Flex 2 com PHP e com Java sem Data Services

É possível no Flex 2, hoje, consumir objetos do PHP tal como era feito no Flex 1.5 com o uso do AMFPHP, assim como é possível consumir objetos Java com o OpenAMF sem a necessidade do Flex Data Services.

Para consumir objetos Java diretamente do Flex 2.0 usa-se o componente RemoteObject, que implementa um conjunto de funcionalidades - entre elas a serialização ("tradução") dos objetos - do Java para o ActionScript 3.0. No Flex 2 o RemoteObject troca informação com o servidor utilizando um formato chamado AMF3 (ActionScript Message Format 3), de forma que ele pode conversar com qualquer servidor que também saiba receber e enviar objetos (bem como fazer sua serialização) em AMF3. O Flex Data Service é uma aplicação J2EE para comunicação entre a camada de apresentação feita em Flex e a camada de negócios em Java de alta performance, que além de "falar" em AMF3 e ter o RPC (Remote Procedure Call) via RemoteObject oferece funcionalidades de Messaging (colaboração, push de dados, etc) e de Data Management (sincronização de objetos, clientes off-line, etc). O Flex também pode se comunicar com serviços em SOAP (WebServices) ou via HTTP.

Contudo, nem sempre é possível utilizar um servidor capaz de se comunicar em AMF3, como o Flex Data Services ou o ColdFusion.

A versão anterior do Flex (versão 1.5) era baseada no ActionScript 2.0, cujo formato para troca de dados do RemoteObject era o AMF0 (não existe AMF1 nem AMF2). Para esse formato de troca de mensagens há outros servidores que podem ser utilizados, como o OpenAMF (para Java) e o AMFPHP (para PHP). O ColdFusion já conversava nativamente com o Flex 1.5, assim como faz com o Flex 2.

É esperado que essas tecnologias (OpenAMF e AMFPHP) sejam atualizados para se comunicar também em AMF3 e conversar nativamente com o Flex 2, mas ainda assim é possível utilizar as versões existentes do OpenAMF e AMFPHP que se comunicam apenas via AMF0 com o Flex 2. O que precisa ser feito, basicamente, é dizer para o Flex que os dados que serão trocados estarão no formato AMF0, e não no formato AMF3.

Como o RemoteObject só conversa em AS3, podemos utilizar a classe flash.net.NetConnection que igualmente pode ser utilizada para se comunicar com o servidor e contém uma propriedade (objectEncoding) indicando o encoding dos objetos trocados com o servidor. Essa variável é static e os possíveis valores para ela estão definidos na classe flash.net.ObjectEncoding:

NetConnection.defaultObjectEncoding = ObjectEncoding.AMF0;

Assim, podemos criar um novo serviço regido pela classe NetConnection:

public var service:NetConnection = new NetConnection();

E definir qual o endpoint ele acessará:

service.connect("http://localhost:8080/TesteAMF/amfgateway");

A partir daí, basta usar o método call() de nosso serviço (que é um NetConnection) para chamar os métodos no servidor. Nesse momento vamos também definir os responsáveis por tratar a resposta do servidor, utilizando a flash.net.Responder:

service.call("Teste.getArrayList", new Responder(resultHandler, faultHandler));

Abaixo um exemplo completo em Flex 2.0 que se consome uma classe Java via AMF0:

XML:
  1. <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
  2. <mx:Application
  3.     xmlns:mx="http://www.adobe.com/2006/mxml"
  4.     initialize="initApp()">
  5.  
  6.     <mx:Script>
  7.     <![CDATA[
  8.     import flash.net.ObjectEncoding;   
  9.     import flash.net.NetConnection;
  10.     import mx.collections.ArrayCollection;
  11.     import mx.controls.Alert;
  12.    
  13.     // O serviço poderá ser chamado de qualquer lugar.
  14.     public var service:NetConnection = new NetConnection();
  15.    
  16.     [Bindable]
  17.     public var meses:ArrayCollection;
  18.        
  19.     public function initApp():void
  20.     {
  21.         // define o encoding para amf0
  22.         NetConnection.defaultObjectEncoding = ObjectEncoding.AMF0;
  23.        
  24.         // Conecta no servidor amf. O endereço é o "endpoint" do RemoteObject
  25.         service.connect("http://localhost:8080/TesteAMF/amfgateway");
  26.     }
  27.    
  28.     public function getArrayList():void {
  29.         // Chama o método getArrayList da classe Teste.
  30.         // Define um handler para o o resultado e um para a falha.
  31.         service.call("Teste.getArrayList", new Responder(resultHandler, faultHandler));
  32.     }
  33.    
  34.     public function resultHandler(result:Array):void
  35.     {
  36.         meses = new ArrayCollection(result);
  37.     }
  38.  
  39.     public function faultHandler(fault:String):void
  40.     {
  41.       Alert.show('Erro');
  42.     }
  43.  
  44.     ]]>
  45.     </mx:Script>
  46.  
  47.     <mx:RemoteObject />
  48.     <mx:ComboBox dataProvider="{meses}" />
  49.    
  50.     <mx:Button buttonDown="getArrayList()" label="Pegar dados do servidor" />
  51.    
  52. </mx:Application>

É possível até mesmo conectar à serviços disponíveis em uma instalação do Flex 1.5. Assim, novas aplicações podem ser desenvolvidas em Flex 2 para aproveitar os novos recursos de interface, até o servidor ser efetivamente migrado para o Flex Data Services.

Esse é um exemplo simples de integração, uma prova de conceito. Boa parte da lógica de conexão com o serviço remoto pode ser encapsulada em uma classe para ser mais fácil de trabalhar. Já há um componente muito interessante chamado RemoteObjectAMF0 que visa justamente isso.

A prática de consumo e troca de objetos é encorajada em relação ao WebService e à serviços HTTP. Além dos ganhos de performance e escalabilidade, há troca (e serialização) dos objetos nativos das linguagens. Prefira o uso do RemoteObject, aproveite os benefícios do AMF.

Por Fabio Terracini em 28/November/2006
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Adobe Flex no RioJUG

Categorias relacionadas: Flex, Flex Data Services, Java, Notícias

Beck Novaes e Henrique Marino, especialistas em Rich Internet Applications na DClick farão uma palestra esse mês no RioJUG sobre o Adobe Flex, demonstrando integração com WebServices, com Java e as possibilidades do Data Services, além de um panôrama da tecnologia.

Dia: 13/Novembro/2006 (segunda-feira)
Horário: 19:00 horas
Duração: 2 horas
Local: Auditório do SENAC CIT - Rua Santa Luzia, 735 - 7o. andar, Centro

Mais informações sobre o evento no site do RioJUG.

Por Fabio Terracini em 7/November/2006
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Flex 2.01 e Cairngorm 2.1

Duas novidades rápidas: O Flex 2.0.1 está em Alpha com uma boa quantidade de bugs corrigidos e Steven Webster anunciou o Cairngorm 2.1, com algumas implementações, a principal relativa ao setCredentials(). Ele anunciou também planos futuros de ter um Cairngorm Mobile Edition e um Cairngorm Enterprise Edition, baseados em um core do Cairngorm.

Por Fabio Terracini em 27/October/2006
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Sneak Peeks: FDS/Ajax Bridge e Flash 9/AS3

O sneak peek era relativo ao Flex Data Services e ao Ajax Bridge. Mostraram um recurso realmente muito legal, um componente chamado FDSDataSet para ser utilizado em conjunto com o Spry. Assim que eu vi isso logo imaginei o que poderia ser, e realmente é o que imaginei: fazer push de dados para o Spry, que é um framework para Ajax utilizando o Flex Data Services! Na demonstração a facilidade com que foi feito e o resultado do push foram realmente impressionantes.

Em relação ao Flash 9 o foco foi em relação ao debugging que finalmente chega em plena forma para a tecnologia Flash. A IDE do Flex hoje já tem um debugging efetivo. Foi mostrado o debug workspace, os breakpoints e algumas outras funcionalidades, como editar o valor de variáveis durante o debug, alterando o resultado.

PS: Ed Sullivan, que coordena o programa de grupo de usuários da Adobe acabou de passar por aqui enquanto escrevo este post e mandou um abraço para a comunidade brasileira e para o pessoal do AUG-SP (o que inclui eu, mas como ele estava falando comigo.. bem, vocês entenderam).

Por Fabio Terracini em 26/October/2006
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